Este texto refere que o
conceito de desenvolvimento, que tem servido para avaliar e classificar o nível
de bem-estar das sociedades e dos indivíduos, conheceu várias versões ao longo
dos tempos.
As razões e o contexto do
seu nascimento e afirmação, como conceito das Ciências Sociais, situam-se na
pós-Segunda Guerra Mundial.
A matriz
histórico-cultural deriva das sociedades industriais europeias, resultantes da
Revolução Industrial e da Revolução Francesa, tendo esta como linhas
orientadoras, a liberdade, a igualdade e a fraternidade.
Ao longo dos tempos, surgiram
progressos e também alguns retrocessos no âmbito do desenvolvimento humano. Um
desses retrocessos tem a ver com novas formas de pobreza e exclusão social, com
a destruturação das famílias (flagelo dos tempos modernos), o individualismo,
etc.
Curiosa é a interpretação
que o autor faz do desenvolvimento, segundo ele, é como que uma semente lançada
à terra, e, envolvida por esta, realiza um processo esforçado de
desenvolvimento, rompendo com os obstáculos (pedras, terra endurecida, ervas
daninhas, etc.), até se libertar para o exterior. Aí chegada, transforma-se em
planta, flor e/ou fruto, de acordo com as suas potencialidades.
Assim, pode-se concluir
que a educação tem um papel fundamental no desenvolvimento, pois como mostra a
metáfora da semente lançada à terra, é das suas potencialidades que vai surgir
a nova planta, e, se houver um grande potencial, a planta transformar-se-á em
árvore de grande porte.
Se investirmos na nossa
educação, adquirindo novas competências, ficaremos melhor preparados para nos
adaptarmos às mudanças que traz o futuro, podendo participar ativamente na
sociedade onde estamos inseridos.
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