O autor
desenvolve a sua reflexão em torno da pedagogia social, focando especialmente a
“educação de todos e ao longo de toda a vida” e a “regulação sociocomunitária
da educação”.
Precisamos
muito de reformular um conceito acerca da educação no quadro de uma renovação
da cidadania, da justiça social e da solidariedade, segundo o autor. É
necessário colocar o desenvolvimento do ser humano no centro do desenvolvimento
social.
A
importância da criação de redes locais traduz-se por elaborar uma estrutura que
conecte todos os atores sociais comprometidos entre si articulando as políticas
de ação educativa, políticas que devem mudar no aspeto antropológico/cultural.
A animação
socioeducativa como estratégia complementar do sistema educativo, tem como
papel fundamental tornar o sistema mais solto e íntimo, menos estruturado, mais
aberto à informalidade, à ausência de sistematicidade e à multiplicidade de
respostas comuns aos problemas que possam surgir.
A animação
intervém essencialmente na base da educação não formal e tem como pressupostos
básicos de atuação a ordem, a alegria, a sociabilização, a participação e a
liberdade comunitárias, entre outras.
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